11 de fevereiro de 2016

Suspiros de Amantes

Yum



Os suspiros de amantes são umas queijadinhas típicas de Teruel, cidade de Aragão em Espanha, e são feitas em honra de uma trágica história de amor entre Dona Isabel de Segura e D. Diego de Marcilla, dois jovens da cidade.

Esta história de amor medieval não tem um final feliz…mas continua a ser uma história de amor….e por isso achei, que para comemorar o dia dos Namorados, nada melhor que um doce inspirado numa história de amor!

Ora reza a lenda que Diego e Isabel eram dois jovens que estavam enamorados um pelo outro, mas ele, embora fosse de boa família, era o segundo filho, e por isso não tinha herança. Por essa razão, o pai de Isabel não o queria para marido de sua filha.

Contundo, e sabendo dos sentimentos de sua filha, o pai de D. Isabel disse a Diego que se ele partisse para a guerra, por cinco anos, com as tropas de D. Pedro II e fizesse nome e fortuna poderia desposar Isabel, sua filha.

Com juras de amor e lealdade, Diego partiu para a guerra. Dona Isabel, esperando o seu amor, decidiu retirar-se da cidade, e partiu para Albarracín, para se manter afastada e exilada. Mas ali conheceu D. Pedro de Azagra, irmão do poderoso senhor feudal daquela cidade, que se apaixonou pela jovem, e pediu sua mão em casamento. Mas a jovem negou, dizendo que estava comprometida a D. Diego.
Quase a findar os cinco anos, chegavam notícias da guerra que D. Diego teria morrido em batalha. 
D. Isabel embora destroçada, e convencida da morte de seu amado, acabou por aceder aos pedidos de seu pai e casar com D. Pedro de Azagra.

A cidade engalanou-se então para o grande evento, e o casamento foi celebrado.

Apenas um dia após o casamento, D. Diego regressou a Terruel para o único propósito de encontrar sua amada. À chegada, ele descobriu a terrível notícia que sua prometida teria casado.

Desorientado, foi ao seu encontro pedindo explicações. Esta, incrédula com a sua chegada, diz-lhe que acreditava que tinha sido morto em guerra, e por isso tinha acedido a casar com D. Pedro.

Sentindo-se ferido, magoado, mas ainda enamorado, pediu a D. Isabel um beijo. D. Isabel diz-lhe que não, que era então casada e não poderia ser infiel ao seu marido. D. Diego insistiu, dizendo que seria a última coisa que faria, após o seu beijo, morreria. Ela pediu-lhe que se fosse embora, e que não tornasse a procurá-la. Quando D. Diego se afastou, e desapareceu da sua vista, caiu morto no chão.

No dia seguinte, muitos foram os que quiseram participar no funeral de D. Diego, já que tinha sido recebido com honras de um grande cavaleiro medieval.

D. Isabel, destroçada, foi também ao funeral de D. Diego, e perante todo o povo deu-lhe o beijo que lhe havia negado no dia anterior. E nesse mesmo instante caiu morta sobre ele.

Reza ainda a lenda que D. Isabel e D. Diego acabaram enterrados juntos, e que D. Pedro de Azagra terá retirado a sua aliança de casado e a terá colocado no dedo de D. Diego, dizendo “Este anel vos pertence, eu nunca o deveria ter usado”.
E assim, foram enterrados no mesmo mausoléu, para que pudessem passar toda a eternidade juntos.

E agora celebremos o amor!



Ingredientes (6 a 8 un.)
2 Ovos
100g de Açúcar
50g de Manteiga
8 queijinhos tipo “Vaca que Ri”©
Açúcar em Pó, para polvilhar

Preparação:
Distribua as folhas de massa fina por formas de queijadas.
Pré-aqueça o forno, só na função grill, a 250ºC.
Descasque os queijos.
Parta os ovos para uma taça, bata-os levemente e reserve.
Coloque a manteiga numa panela e derreta em fogo médio/baixo. Quando estiver completamente derretida, adicione o açúcar, e sem mexer, deixe ao lume até que o açúcar se dissolva completamente.
Mexendo sempre, adicione os ovos em fio à mistura.
Quando estiver completamente misturado junte também os queijinhos. 
Mexa bem e deixe cozinhar alguns minutos, mexendo sempre, até que tudo esteja dissolvido e integrado, e o creme comece a engrossar.
Retire do lume, e distribua a massa pelas formas. Pode encher bem as formas. As queijadinhas vão crescer enquanto estiverem no forno, mas a massa não transborda, e quando as retiramos elas voltam a baixar, ficando assim à superfície da massa.
Leve ao forno durante 10 a 12 minutos, até que comecem a ficar douradinhas.
Retire do forno, e deixe arrefecer por completo.
Depois polvilhe com o açúcar em pó, e estão prontas a servir!




8 de fevereiro de 2016

Bolachas de Bolota

Yum
E hoje trago a receita dos esquilos de bolota!

Eu sou suspeita, eu sei, mas não são uma delícia?! super fofinhos?!  :)

Um agradecimento muito especial ao meu pai, que fez o molde para as bolachinhas!


Ingredientes (cerca de 12 un.):
100g de Farinha de Trigo
75g de
Farinha de Bolota Integral Terrius
45g de Açúcar Mascavado
45g de 
Manteiga sem Sal, à temperatura ambiente
Raspas de ½ Laranja
45g de Água, à temperatura ambiente
40g de Chocolate



Preparação:
Pré-aqueça o forno a 160ºC.
Junte todos os ingredientes, à exceção do chocolate, e amasse com as mãos até obter uma massa completamente ligada e homogénea. Caso seja necessário adicione um pouco mais de água.
Numa superfície, ligeiramente enfarinhada, estique a massa com um rolo até obter uma espessura de cerca de 5mm, e corte bolachas com um corta-massa do formato que desejar.
Leve ao forno por cerca de 15 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer por completo numa rede.
Parta o chocolate em pedaços pequenos, e coloque-os dentro de uma taça. Leve ao micro-ondas, em intervalos de 1 minuto, até que derreta.
Decore as bolachas com o chocolate.


7 de fevereiro de 2016

Bolo de Bolota & Chocolate

Yum
Há vários meses que tinha imaginado este bolo.
Comecei por encomendar a farinha de bolota. Pedi ao meu pai que fizesse o molde para as bolachas em forma de esquilo. Imaginei a decoração do bolo, e do cenário….
Tudo se foi encaixando, peça por peça. E ficou exatamente como tinha idealizado.

Foi a minha prenda de aniversário.

Um bolo exatamente como gosto, pouco doce, húmido, e com muito creme!

Happy Birthday to Me!!



Ingredientes:

Bolo (para 2 bolos de 20cm)
150g de Açúcar Mascavado*
150g de Farinha de Trigo
40g de Cacau Puro em Pó sem Açúcar Valor©
1 ½  c. chá de Fermento Químico em Pó
1 ½  c. chá de Bicarbonato de Sódio
1 pitada de Sal Fino
2 Ovos grandes
240ml de Leite
120ml de Óleo Vegetal
1 c. chá de Xarope de Gengibre (ver receita aqui) ou Extrato de Baunilha
180ml de Água a ferver
*Com esta quantidade de açúcar o bolo não fica muito doce, por isso para o caso de ser “guloso” aconselho a aumentar a quantidade.

Creme
550ml de Leite
3 Ovos
120g de Açúcar
45g de Amido de Milho (Farinha Maizena©)
1 ½  c. sopa de Cacau Puro em Pó sem Açúcar Valor©

Decoração
Bolachinhas de Bolota (receita em breve no blog)
Avelãs picadas e inteiras
Bolotas









Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte e forre com papel vegetal duas formas de 20cm.
Numa taça, junte todos os ingredientes secos, e peneire.
Noutra taça, junte todos os ingredientes líquidos, à exceção da água a ferver, e misture bem.
Junte os ingredientes líquidos aos secos, e misture. Junte então a água a ferver. Ficará com uma mistura relativamente líquida.
Divida a massa pelas duas formas, e leve ao forno por cerca de 30 a 40 minutos, ou até que esteja cozido. Saberá que está cozido quando inserir um palito de madeira no centro do bolo e este saia limpo, sem massa agarrada.
Retire do forno e deixe arrefecer por alguns minutos ainda dentro das formas.
Depois desenforme e deixe arrefecer por completo em cima de grades.

Prepare o creme:
Ferva o leite. Numa tigela junte os ovos com o açúcar, o cacau e o amido de milho. Verta o leite a ferver na mistura e misture muito bem com a ajuda de um batedor de varas. Leve a mistura ao lume, em fogo médio, e mexendo sem parar, deixe engrossar.
Retire do lume, transfira para uma taça limpa, tape com película aderente, de maneira a que esta fique colada ao creme, para que não forme crosta. Deixe arrefecer por completo.

Montagem do bolo:
Corte cada bolo em dois discos. Coloque um dos discos de bolo numa base e barre o topo com creme. Coloque outro disco em cima e barre novamente o topo com creme. Repita a operação para os outros dois discos de bolo. Depois barre todo o bolo com o creme que restar.
Decore com Bolachinhas de Bolota (receita em breve no blog), bolotas, e avelã picadas.

Nota: antes de espalhar o creme, bata-o para que volte a ficar liso e suave.

3 de fevereiro de 2016

Arroz de Cominhos

Yum
Apesar da sua aparência pequena e modesta, o cominho é uma semente com um sabor bastante forte, penetrante e apimentado.
A complexidade do seu sabor torna-o a especiaria marcante de toda a cozinha do Médio Oriente e América Latina.

Este é sem dúvida um arroz perfeito para acompanhar receitas bem condimentadas e/ou apuradas.



Ingredientes (4 pessoas):
1 chávena de Arroz Basmati Pato Real*
2 chávenas de Água
1 c. chá de Sementes de Cominhos
2 dentes de Cravo-da-Índia
1 pau de Canela
1 folha de Louro Seco
2 c. de sopa de Azeite
Hortelã e Coentros frescos, picados, a gosto
Sal e Pimenta Preta acabada de moer, a gosto

* Caracterizado pelo aroma adocicado, sabor exótico e textura delicada dos seus grãos longos, finos e soltos;
Com paladar e aroma únicos proporcionados pelo microclima da zona dos Himalaias onde é produzido, é considerado por muitos como o príncipe dos arrozes;
Ideal para ser servido em pratos orientais como caril, tandoori, jalfrezi e tikka, também se adapta na perfeição aos sabores portugueses, transformando qualquer refeição numa verdadeira e requintada experiência sensorial.

Preparação:
Numa panela, aqueça o azeite, e depois junte a folha de louro, o pau de canela, os cravinhos-da-índia e as sementes de cominho. Quando as sementes estiverem a crepitar, adicione o arroz e refogue durante uns 5 minutos.
De seguida adicione a água e tempere com sal e pimenta preta. Deixe cozinhar em lume forte até que a camada de água acima do arroz tenha evaporado, o que deve demorar cerca de 7-10 minutos.
Reduza o lume para médio, cubra com uma tampa e deixe cozinhar por mais 5-7 minutos ou até que o arroz esteja praticamente cozido.
Retire do lume, e deixe repousar uns minutos, ainda tapado.

Junte a hortelã e os coentros picados, e passe delicadamente os dentes de um garfo no arroz, para que todos os grãos fiquem soltos, e o arroz fique leve e fofo.
Sirva de imediato.

30 de janeiro de 2016

Bolo de Limão, II

Yum
Domingo é quase sinónimo de bolinho.
E para aproveitar os sabores e aromas desta estação, nada melhor que um simples, rápido e perfumado Bolo de Limão.

Bom fim-de-semana!



Ingredientes (6/8 Fatias):
100g de Farinha de Trigo
30g de Farinha de Amêndoa*
1 c. café de Fermento Químico em pó (Fermento Royal©)
120g de Manteiga sem sal, à temperatura ambiente
50g + 1 c. sopa de Açúcar Refinado
2 Ovos
2 c. sopa de Sumo de Limão
Raspas de 1 Limão
1 c. café de Extrato de Baunilha
* se não tiver farinha de amêndoa, basta que pique amêndoas num processador de alimentos, até obter uma mistura bastante fina.





Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte, e forre com papel vegetal, uma forma pequena de bolo inglês, sensivelmente com 20x12x6cm.
Peneire a farinha, com o fermento em pó e a farinha de amêndoa, e reserve.
Numa taça, bata a manteiga, e em seguida, adicione gradualmente as 50g de açúcar refinado, até que o açúcar esteja completamente dissolvido na manteiga, e a mistura tenha um tom pálido.
Adicione as gemas de ovo, uma de cada vez, e bata só até estar misturado. Em seguida, misture o sumo e as raspas de limão em conjunto com o extrato de baunilha.
Noutra tigela limpa, bata as claras em castelo com a colher de sopa de açúcar.
Misture delicadamente metade das claras na mistura de manteiga de limão, sem precisar que fique completamente misturadas. Adicione metade das farinhas, e envolva delicadamente.
Volte a repetir a operação para as restantes claras e farinha.
Despeje a massa na forma e leve ao forno por cerca de 35 a 40 minutos, ou até que um palito inserido no centro da massa saia completamente limpo, sem massa agarrada.

Retire do forno, deixe arrefecer por uns minutos dentro da forma. Depois retire e deixe arrefecer por completo numa rede.

28 de janeiro de 2016

Arroz Tufado

Yum
Adoro arroz tufado. Muito mesmo.
Há já algum tempo que queria tentar fazer, mas era uma receita que ia ficando sempre para segundo plano…

Na verdade, é tão fácil, que não há razões para não o fazermos em casa. Fica melhor, mais barato, e podemos fazer de acordo com o nosso gosto.

Como era uma receita que tinha algum receio que não corresse bem, fiz o arroz completamente simples, mas agora já estou a pensar em voltar a fazer mas com aroma de coco ou chocolate, por exemplo.

O leque de receitas com arroz tufado é tão variado, que o difícil é mesmo escolher como o vamos usar. Pensem em barrinhas com frutos secos por exemplo, ou em salame, ou bolachinhas, ou em bases de tartes….ou a acompanhar iogurte, ou simplesmente com leite...ou então podem fazer como eu fiz, comer como se fossem pipocas!! Delicia mesmo! E ainda com a mais-valia de ser isenta de glúten.

Esta é uma receita a repetir, sem dúvida, muitas vezes. Até porque esta primeira experiência desapareceu toda, num instante - quase toda devorada por mim!. Ficou bem estaladiço, bem tufadinho, mesmo como eu gosto.



Agora a receita

Ingredientes:
1 Chávena de Arroz Carolino Pato Real*
3 a 4 Chávenas de Água
1 pitada de Sal
Óleo, para fritar




* Origem 100% Nacional, com predominância do Vale do Mondego
Caracterizado pela elevada capacidade de absorção do sabor, aroma e cor dos ingredientes com que é cozinhado;
Especialmente indicado para confecionar pratos típicos da gastronomia portuguesa em que o arroz tem um papel fundamental e onde é importante absorver os condimentos, como é o caso do tradicional arroz “malandrinho”. Ideal para arroz de marisco, arroz de polvo, arroz de cabidela, arroz de feijão, arroz de tomate ou arroz doce;
Também pode ser usado para cozinhar arroz solto muito saboroso, desde que se controlem bem a quantidade de água e o tempo de cozedura.



Preparação:
Coza o arroz, com uma pitada de sal, durante 20 a 22 minutos. Não estranhe a quantidade de água. Deve-se cozer o arroz em água abundante para que este não cole.
Depois de cozido, escorra, e depois espalhe-o no tabuleiro do forno, previamente forrado com papel vegetal. Espalhe muito bem, separando o mais possível os grãos de arroz, de forma a facilitar o processo de secagem.
Leve ao forno, a 100ºC, por cerca de 3 horas, até que o arroz esteja completamente seco e sem vestígios de humidade. Durante este tempo, deve ir mexendo o arroz para que este se solte e para que seque de forma uniforme.
Quando estiver completamente seco, retire do forno, e com as mãos separe todos os grãos de arroz, esfregando os grãos entre a palma da mão.
Aqueça óleo numa frigideira wok, ou outra que seja funda, e quando estiver bem quente frite pequenas porções de arroz. Para este processo o recomendável é usar um passador de rede, e colocar um pouco de arroz lá dentro e depois mergulhar no óleo bem quente. Deixe fritar alguns segundos, só até que todos os grãos estejam tufados (é mesmo só alguns segundos!). Retire o passador, sacuda-o bem mas com cuidado para retirar o excesso de óleo, e coloque o arroz num tabuleiro forrado com papel de cozinha.
Repita a operação até acabar o arroz.
Fácil não é?!

Agora é só deliciar-se com estas pipocas de arroz bem estaladiças!

Se não consumir de imediato, reserve num recipiente hermeticamente fechado.

Vejam este vídeo, vai ajudar a perceber melhor o processo de fritura: https://www.youtube.com/watch?v=Wit-BIolQCk




26 de janeiro de 2016

Xarope de Gengibre

Yum
Hoje em dia, as qualidades e os benefícios do gengibre são sobejamente conhecidos. Felizmente. As suas propriedades anti-inflamatórias potentes e a capacidade de estimular o sistema imunológico é vital durante este tempo frio e um poderoso aliado no combate às gripes e constipações!

Quando descobri este xarope de gengibre no blog iBREATHimHungry fiquei muito feliz. Já costumo usar gengibre quando faço chá, mas este xarope abre toda uma série de possibilidades de uso em outras receitas que me agradou particularmente.
O blog é da talentosa Mellissa Sevigny, e é absolutamente maravilhoso. Basta passar os olhos só assim na diagonal para nos apetecer logo fazer uma série de receitas que ali são partilhadas, através de fotos cativantes e deslumbrantes.
A Mellisa sugere o seu uso em chás, sopas, gelados, ou como se fosse um extracto em bolos, pães, biscoitos e até coberturas.

Um xarope maravilhoso para usarem de acordo com a vossa imaginação, e com a mais-valia de ser óptimo para a nossa saúde.
Por isso vamos lá (ab)usar desde superconcentrado de saúde!




Ingredientes:
½ chávena de Gengibre descascado e cortado em fatias finas
2 chávenas de Água
chávena de Substituto Natural do Açúcar, granulado (como por exemplo Açúcar de Coco, Stevia granulada) - – eu usei Açúcar de Cana com Stevia da Canderel©



Preparação:
Junte o gengibre, a água e o adoçante numa panela pequena.
Deixe levantar fervura, em fogo alto. Depois baixe o lume para médio e cozinhe por uns 10 minutos.
Refrigere por 1 hora, filtre e armazene num frasco limpo no frigorífico, até 2 semanas.


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